O cara que escreve aqui se chama Francisco Slade. Um cara aí. Se quiser falar com ele, é só clicar no nome. E, sim, Slade é nome mesmo.









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Esse é meu primeiro romance, Domingo.




Também tô na antologia Paralelos:

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Seu dinheiro de volta!

4.9.03  

DEUTSCHE BUNDENPOST



Mais do que não saber o quê, não sei com que tom. Eu costumava.



Cada homem é uma frase. Fruto do processo e o processo não existe. O produto rouba-lhe tudo, não se lhe entrevê no meio daquilo lá. Luz, Penas e Baba. E ele vai, o homem, assumir outro objeto. Deve haver outra forma. Mais livre: ou é a loucura. E você escuta-se dizer o que você pensa sobre isso. Enfim... mais livre, eu ia dizendo, então foda-se. Vejam. Mesmo. E, eu ia dizendo. Não existe isso de asa. Acho que acabou. Tá vazio – ou continuo. Qual assumo? Aqui, já tem vários. Mas, por baixo deles, sumiu, o troço. Ou continua. Tem! que existir outra mais livre, nem que dentro dessa. Senão, tá aí, é isso. Mas isso não.



Quase.



Preciso antes que estoure.



Não posso nunca mais. [Não sei que ponto vai me dar dessa aqui a entonação que ela deve ter; meudeus, eu nunca cheguei aqui antes, meudeus! Como? Como? Sou eu, ou é a lingüa escrita? Não pode ser assim! De qualquer modo, decepção... O que que eu vou fazer? É grave. Bem que eu ia dizendo. Agora.]


posted by franciscoslade 1:12 AM