O cara que escreve aqui se chama Francisco Slade. Um cara aí. Se quiser falar com ele, é só clicar no nome. E, sim, Slade é nome mesmo.









Livros publicados

Esse é meu primeiro romance, Domingo.




Também tô na antologia Paralelos:

0




Para ler também

A menina no deserto
Recheio de quê?
Malandro é o gato
Prosa Caotica
Wry
Pariscope Blues
Encefalopsia
Suum cuique
moca
Verborrágica
bináriogeral
ainda ela
Natureza complicada
mundoestranho
Paralelos


Arquivos




This page is powered by Blogger.

















Seu dinheiro de volta!

29.6.05  

THE GHOSTS YOU DRAW ON MY BACK



Não é texto, só dúvida.

Quando eu desenhava, vivia angustiado por aquilo que eu desenhava não corresponder ao que eu imaginava – como, de resto, acontece com tudo mais, parece. Por outro lado, orgulhava-me do meu traço, que nem era muito bom. Mas será tudo questão de habilidade e qualidade? Poderia um Schiele, por exemplo, mesmo com toda sua violência lasciva, traçar e colorir tudo o que via em sua cabeça ou isso iria ainda um pouco além do que fora transposto cá pra fora? E pode isso importar quando cada traço seu é indiscutível? Como uma lâmina é indiscutível? Não teria ele se surpreendido de alguma forma?

E com todo o resto, o que acontece? Me diz?

[Curioso... Não entenderam que eu não tava falando de desenho...]


posted by franciscoslade 1:21 PM