O cara que escreve aqui se chama Francisco Slade. Um cara aí. Se quiser falar com ele, é só clicar no nome. E, sim, Slade é nome mesmo.









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Esse é meu primeiro romance, Domingo.




Também tô na antologia Paralelos:

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Seu dinheiro de volta!

12.8.05  

NUM ACESSO,
PARAFRASEANDO A MIIM MESMO.

"Aliás, João acredita que só o que o homem desenvolve ao deixar pra trás o menino é isso, poder de dissimulação, capacidade de escondimento daquilo que continuará a sentir, sempre, como menino. Como se, ao criar essa crosta opaca e impermeável, camada após camada, pudéssemos realmente guardar do mundo e do tempo o tesouro de nós mesmos. Mas o tempo destrói tudo. Achincalha. Impermeável não existe. O tempo é o veículo que inocula metodicamente o mundo através de não-importa-que-diabos tenhamos levantado ao nosso redor. Depois de infiltrada uma certa quantidade disso dentro de nós, morre pouco a pouco aquilo que tentávamos preservar; fica só a casca, oca, sem vida, repetindo como um autômato os expedientes orgânicos pra que nos programou a natureza. Nascecrescereproduzemorre, tá gravado no chassi."

Algo assim.


posted by franciscoslade 7:54 PM